

O artigo analisa Medéia pela psicanálise, mostrando como amor, traição e perda geram conflitos inconscientes. Destaca o narcisismo, a melancolia e a ambivalência afetiva, revelando a complexidade da subjetividade humana.

O artigo discute a transferência analítica em crianças e adultos, destacando o brincar como elemento central do processo psicanalítico, permitindo a elaboração psíquica e o desenvolvimento emocional no setting analítico.

O artigo analisa o narcisismo na psicanálise como base da constituição do eu, mostrando que falhas nesse processo geram dificuldades de simbolização e sofrimento psíquico, que se manifestam no corpo, nos vínculos e nos comportamentos na clínica contemporânea.

O artigo analisa a transferência em Winnicott como uma experiência além da repetição, destacando o papel do analista como ambiente suficientemente bom. Enfatiza que, na clínica, a sustentação, o manejo e a relação permitem a constituição psíquica do sujeito.
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